"Estamos
muito decepcionados com Manuel Fernandes", disse o dirigente leiriense,
para quem o treinador "não agiu com franqueza e lealdade" ao alegar que
"não se sentia bem no clube e que já não tinha condições para
continuar", sem, no entanto, "ter a coragem de enumerar as verdadeiras
razões".

Rodolfo Vaz disse que Manuel Fernandes invocou "motivos
pessoais" e colocou um advogado a dialogar com o clube, afirmando
desconhecer "quaisquer contactos entre o treinador e o Vitória de
Setúbal".

O director desportivo da União de Leiria confessou-se
"surpreendido" pelo facto de Manuel Fernandes vir agora alegar "falta
de condições" quando antes "nunca se queixou".

"Se as condições
de trabalho são as mesmas que foram proporcionadas a José Mourinho,
Manuel Cajuda e Jorge Jesus, porque não hão-de servir para Manuel
Fernandes?" questionou.

O dirigente leiriense garantiu que o
clube tem "tudo em dia" com o treinador, a quem "só falta pagar o
prémio de subida de divisão, ainda não vencido", visto que o vínculo
contratual prevê que o mesmo "terá de ser saldado até ao final do
contrato", em Junho de 2010.

Para Rodolfo Vaz a situação é muito
clara: "A única forma de Manuel Fernandes sair do União de Leiria é
através de um acordo amigável, caso contrário não o libertamos".

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