O presidente da Liga de Clubes, Mário Figueiredo, garantiu que na próxima época vai haver um maior controlo dos salários em atraso nos clubes de futebol, e adiantou que a situação do União de Leiria pode acelerar o alargamento da Liga.

«Ao nível das descidas estamos numa situação pior. Há quem diga até que o caso do Leiria é um dos motivos a mais que justifica o alargamento da primeira liga este ano porque é uma situação anómala que não se devia verificar», começou por dizer Mário Figueiredo à margem do Estoril Open.

Os salários em atraso no futebol é uma situação que Mário Figueiredo pretende erradicar na próxima época e a solução, segundo o dirigente, poderá passar por um maior controlo dos clubes.

«Atualmente há dois tempos de controlo dos salários em atraso na Liga ao longo do ano. É um momento feito em Dezembro e que diz respeito aos salários pagos desde o início da época até 15 Outubro e depois quando as equipas se inscrevem no campeonato seguinte é feito um controlo relativamente aos salários que são pagos até Abril. Aquilo que é minha intenção é introduzir um terceiro momento de controlo por volta de Março que diga respeito entre os dias 15 de Outubro e o mês de Fevereiro para evitar que haja esta situação de acumular porque já está previsto no regulamento da Liga que a existência de salários em atraso em períodos superiores a 60 dias implique a perda de três pontos», referiu Mário Figueiredo.

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