O guarda-redes internacional português Beto recordou o "seu pai no futebol a quem deve mais que tudo”, o treinador Vítor Oliveira, que morreu hoje em Matosinhos, aos 67 anos.

"Não se perde quem é eterno e inesquecível nas nossas vidas e, em especial, na minha. Devo-te mais que tudo, Vítor. Se a expressão ‘pai no futebol’ se aplica? Pois tu foste o meu, acreditaste em mim, devolveste-me a esperança e lançaste-me para o sonho”, escreveu o guardião do Leixões, na rede social Facebook.

O veterano internacional luso, de 38 anos, que foi treinado por Vítor Oliveira precisamente nos ‘bebés do mar', na época 2006/2007, quer, agora, que o técnico suba ao mais alto dos céus para se tornar na estrela que ilumina os "ainda" apaixonados pela essência do futebol”.

Vítor Oliveira, que morreu hoje em Matosinhos, aos 67 anos, ficou conhecido como ‘rei das subidas’, ao conseguir 11 promoções ao principal escalão, em 18 presenças, ao serviço de Paços de Ferreira (1991 e 2019), Académica (1997), União de Leiria (1998), Belenenses (1999), Leixões (2007), Arouca (2013), Moreirense (2014), União da Madeira (2015), Desportivo de Chaves (2016) e Portimonense (2017).

Em mais de 30 anos, entre 1978 e 2020, comandou Famalicão, Portimonense, Maia, Paços de Ferreira, Gil Vicente, Vitória de Guimarães, Académica, União de Leiria, Sporting de Braga, Belenenses, Rio Ave, Moreirense, Leixões, Trofense, Desportivo das Aves, Arouca, União da Madeira, Desportivo de Chaves e Paços de Ferreira.

Como futebolista, vestiu as camisolas de Leixões, Paredes, Famalicão, Sporting de Espinho, Sporting de Braga e Portimonense.

Liga Portuguesa de Futebol Profissional e Federação Portuguesa de Futebol decretaram um minuto de silêncio nos jogos a realizar durante este fim de semana, em memória de Vítor Oliveira.

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