Num relvado em mau estado, o Sporting apresentou o seu melhor onze. Carlos Carvalhal dispôs a equipa em 4x3x3, com o regressado Vukcevic a acompanhar Izmailov no apoio ao ‘solitário’ Liedson.

Todavia, foi a equipa de Lito Vidigal quer entrou melhor na partida, aproximando-se com maior assiduidade da baliza de Rui Patrício. A dinâmica ofensiva leonina aparentava estar num colete-de-forças de que não se conseguia libertar.

A única ‘fuga’ às amarras da União de Leiria surgiu aos 14 minutos, mas André Santos terá travado Matías Fernández na área leiriense. Reclamou-se grande penalidade, mas o árbitro Vasco Santos mandou a jogada seguir.

O Sporting tentou então recuperar algum controlo do jogo, mas não passou de uma boa intenção. Prova disso era o maior perigo da equipa de Lito Vidigal e Cássio deixou um primeiro aviso aos 19 minutos, com um cabeceamento à trave, num lance em que Rui Patrício apenas desviou a bola com o olhar.

Sem apoio visível, Liedson descaía demasiado para os flancos, sem que os colegas preenchessem o seu lugar na área. E sem a acutilância do Levezinho, os leões chegaram ao intervalo sem um único remate que chegasse à baliza de Duricic.

Após um bom remate de Ronny desviado por Rui Patrício para canto, Vinicius sobe mais alto que Rui Patrício e faz o 0-1 para a União de Leiria. Um golo que traduzia a maior dinâmica da equipa forasteira em Alvalade.

Aos 29', o segundo golo esteve perto de acontecer, mas o tiro de Silas saiu um pouco por cima da baliza de Rui Patrício.

O nervosismo está a trair a exibição do Sporting e o intervalo chegou com uma monumental assobiadela dos adeptos leoninos. Restam 45 minutos para operar a reviravolta sobre uma União de Leiria muito bem organizada.

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