A transferência de Fredy Montero para o Tianjin Teda está a levantar dúvidas quanto ao montante da transacção efectuado pelo clube chinês para garantir os direitos desportivos do avançado colombiano junto do Sporting.

Segundo escreve esta quinta-feira o jornal Correio da Manhã, o Sporting aceitou uma proposta de sete milhões de euros do Tianjin Teda para libertar Fredy Montero, mas apenas foram declarou 5 milhões de euros à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

De acordo com o referido diário, a proposta apresentada pelo clube chinês para adquirir 70 por cento do passe de Montero foi de sete milhões de euros, e chegou a Alvalade através da empresa ProEleven, tendo o Sporting ficado com 20 por cento dos direitos económicos do jogador colombiano (desconhecendo-se o proprietário dos restantes 10 por cento).

Ainda segundo o referido jornal, a empresa que intermediou o negócio de Montero para a China teve direito a uma comissão de 350 mil euros, o que equivale a exactamente cinco por cento dos sete milhões de euros, e que constam num quadro publicado no jornal Sporting com as comissões pagas pelo emblema de Alvalade a 18 de fevereiro.

Em sentido contrário, Barcos ingressou no Sporting, com o presidente do emblema leonino a garantir na sua conta pessoal do Facebook que o argentino tinha chegado a Alvalade a 'custo zero'. No entanto, e também no quadro de comissões publicado pelo jornal Sporting, o clube de Alvalade refere que pagou 80 mil euros de comissão para assinar com Barcos até junho de 2017, com mais duas épocas de opção.

Em declarações ao CM, Carlos Vieira, vice-presidente e responsável pelas contas da SAD leonina, afirmou que: "nada tenho a acrescentar, além daquilo que foi comunicado à CMVM e o que está escrito no jornal oficial do clube".

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