O Paços de Ferreira celebrou este domingo 70 anos de existência. Um aniversário assinalado de forma comedida, longe dos associados, face à pandemia COVID-19 que paralisou por completo as competições desportivas em Portugal.

Perante tal contingência, em dia de aniversário o clube 'pacence' resolveu colocação a bandeira do clube a meia haste. "É uma forma de honrar as pessoas que fizeram parte da nossa família e já cá não estão, e também de homenagear as pessoas que, por causa desta pandemia, perderam as suas vidas, não só em Paços de Ferreira, mas em Portugal e no mundo", explicou o presidente dos 'castores', Paulo Meneses.

O dirigente deixou também palavras de agradecimento aos todos os atuais e ex-funcionários, atletas e direções que, ao longo dos anos, ajudaram o clube a crescer, bem como a todos os sócios, antes de falar do momento que vivemos atualmente e de não se mostrar muito favorável a um regresso prematuro, sem adeptos nos estádios.

"O mundo do futebol começa a planear o regresso à sua atividade. O futebol deu um exemplo à sociedade civil daquilo que foi a sua responsabilidade com o isolamento social. Hoje, começa a planear-se o regresso numa perspetiva de um futuro próximo em que esta situação pandémica seja ultrapassada. Mas tenho relutância em aceitar esta visão tão otimista que nos possa fazer regressar ao espetáculo. E preocupa-me essencialmente que desses espetáculos não possam fazer parte, numa primeira fase, os adeptos e os nossos sócios, que são aqueles que nos apoiam e criticam são a vida de um clube", afirmou.

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