Pinto da Costa deslocou-se esta terça-feira ao Palácio da Justiça, no Porto, onde foi ouvido por videoconferência no âmbito do julgamento do ataque à Academia do Sporting. O presidente do FC Porto, recorde-se, foi arrolado pela defesa de Bruno de Carvalho.

"Perguntaram se conhecia o presidente do Sporting. Conheci muitos e sou amigos de alguns que são vivos", começou por dizer aos jornalistas.

Pinto da Costa admitiu que não percebeu o motivo que o levou a ser chamado. "Não percebi bem porque vim cá. A doutora juíza agradeceu a presença e disse que não era da responsabilidade dela. Desconheço totalmente esse processo. Alcochete? O que podiam perguntar? Nem sei onde é Alcochete", atirou.

Ao longo do julgamento, que começou em 18 de novembro de 2019 e decorre no tribunal de Monsanto por questões de logística e segurança, já foram ouvidas mais de 60 testemunhas.

O processo tem 44 arguidos, acusados da coautoria de 40 crimes de ameaça agravada, de 19 crimes de ofensa à integridade física qualificada e de 38 crimes de sequestro, todos estes (97 crimes) classificados como terrorismo.

Bruno de Carvalho, ‘Mustafá’, líder da Juventude Leonina, e Bruno Jacinto, ex-oficial de ligação aos adeptos do Sporting, estão acusados de autoria moral de todos os crimes.

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