O regresso de Bruno de Carvalho à presidência do Sporting, e consequente anulação dos resultados da Assembleia Geral realizada no dia 23 de junho, poderá pôr o clube em risco de falência. Esta é a posição defendida pela Comissão de Gestão do clube de Alvalade na resposta à providência cautelar interposta pelo ex-presidente, no dia 1 de agosto, entregue ontem em tribunal.

O Correio da Manhã teve acesso a esse documento (com 265 pontos) onde a Comissão de Gestão assume que o clube corre muitos riscos com o regresso de Bruno de Carvalho, entre eles a falência

"Essa ocorrência hipotética traria consequências ruinosas para o Requerido, a potencial paralisação da sua gestão, existência simultânea de órgãos de direção a digladiar-se, a violação das deliberações da Comissão de Fiscalização, entre outras", pode ler-se no documento.

O organismo liderado por Artur Torres Pereira defende ainda que o regresso do ex-presidente levaria indubitavelmente à paralisação da gestão e com grande probabilidade à potencial "perda de investidores e patrocinadores" com elevados prejuízos económico-financeiros.

A Comissão de Gestão alertou ainda nesta resposta que o provimento a esta providência cautelar pode mesmo "fazer perigar o processo de reversão das desvinculações com justa causa de diversos jogadores emblemáticos da equipa de futebol e reacender o tumulto na equipa."

Outro dos pontos deste documento lembra ainda o prejuízo de "muitas dezenas de milhões de euros" pelos jogadores do Sporting que rescindiram contrato com o clube (casos de Rui Patrício, William Carvalho e Gelson Martins, por exemplo), após o ataque à Academia de Alcochete, e não voltaram.

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