Pelo contrário, a equipa conimbricense demonstrou incapacidade para virar o resultado, acusou a pressão de jogar perante os seus adeptos e sofreu um grande revés, pois já “olhara” para o objectivo europeu na antevisão do jogo.

As duas equipas entraram com os mesmos onzes da jornada anterior, na qual obtiveram resultados antagónicos: os "estudantes" foram vencer a Belém, enquanto a equipa de Carlos Brito perdeu em casa frente ao Paços de Ferreira.

Após uma fase de estudo mútuo, a primeira jogada de verdadeiro perigo surgiu aos 13 minutos, numa "cavalgada" pela esquerda de João Ribeiro, que, face ao guarda-redes Carlos, deixou-se desarmar.

Oito minutos depois, foi a vez de Markus Berger, que surgiu algo inseguro, falhar um corte e a bola sobrou para o júnior Nélson Oliveira (emprestado pelo Benfica), que, apenas com Ricardo pela frente, falhou o remate.

Na resposta, aos 30 minutos, a grande ocasião de inaugurar o marcador pertenceu ao marfinense Vouho, que, entre dois adversários, rematou poste esquerdo.

A Académica não marcou e, pouco depois, o Rio Ave conseguiu-o: Zé Gomes centrou da direita, na sequência de um livre, e a bola tocou em Gaspar, que a deixou para Wires “fuzilar” de primeira a baliza de Ricardo. Estava inaugurado o marcador, com a equipa vilacondense a ir com alguma justiça em vantagem para o intervalo.

O treinador da casa, André Villas-Boas, efectuou logo no início da segunda metade a segunda substituição: fez estrear o avançado Bibishkov para o lugar do médio Nuno Coelho.

O jogo passou a ter apenas um sentido, o da baliza do Rio Ave. De livre directo, aos 52 minutos, Orlando atirou ligeiramente ao lado e, logo a seguir, em novo livre, João Ribeiro rematou muito por cima.

Mesmo ao cair do pano, Carlos fez duas defesas incríveis, mantendo a vantagem conquistada na primeira parte.

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