Poucos imaginariam que Rodrigo terminaria a época do Benfica como “estrela da companhia”, depois de começar no banco de suplentes. Mais do que no ano passado, o jogo da primeira jornada da Liga com o Marítimo, em agosto de 2013, parece ter sido há já muitos “Benficas”. Os encarnados saíram derrotados por 2-1, naquele que foi o único desaire na prova, e curiosamente foi o avançado hispano-brasileiro a saltar do banco para apontar o tento de honra.

Nessa altura, era Lima o goleador de serviço, enquanto Cardozo “amargurava” ainda pelo regresso à equipa depois dos incidentes do Jamor na anterior final da Taça de Portugal. Até o sérvio Djuricic, contratado ao Heerenveen, era utilizado no ataque antes do internacional sub-21 espanhol.

Com os primeiros jogos e a reintegração de Cardozo, Rodrigo continuou a assistir quase sempre de fora, ansiando pela sua oportunidade de provar o valor que há muito lhe era atribuído. Porém, foi preciso esperar pela lesão do paraguaio para se dar a explosão de Rodrigo no campeonato.

Após o primeiro terço da Liga, o hispano-brasileiro passou a fazer dupla com Lima e o Benfica entrou então na sua melhor fase. Golos decisivos, assistências primorosas e exibições consecutivamente convincentes consumaram a sua afirmação na equipa e no campeonato, onde é, indiscutivelmente, um dos melhores jogadores da temporada.

Ainda antes do final da época o Benfica vendeu o seu passe a um fundo de investimento por cerca de 30 milhões de euros. A sua saída será praticamente uma certeza. Tão grande como as saudades que deverá deixar nas bancadas da Luz.

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