Sousa Cintra prefere esperar pela reunião desta tarde dos órgãos sociais para assumir taxativamente uma posição sobre o futuro do Sporting. Porém, o antigo presidente não esconde as suas preferências, que passam pela realização de eleições e a candidatura de Rogério Alves.

«Não sei o que vai acontecer hoje, mas faço votos para que corra bem. Penso que a solução será eleições antecipadas, mas vamos aguardar pelos acontecimentos», refere Sousa Cintra ao SAPO Desporto.

O nome de Rogério Alves, líder da Assembleia Geral da SAD leonina, é o predilecto entre vários elementos da actual cúpula directiva, embora seja também bem visto por notáveis sportinguistas conotados com a oposição a Bettencourt. Sousa Cintra é que não tem dúvidas em apoiar o advogado caso este ceda às pressões para uma candidatura.

«Rogério Alves é um grande sportinguista, conhece bem os cantos à casa. A sua credibilidade não se pode colocar em causa, é alguém com responsabilidade e que também pode dar segurança à banca», sublinha. 

Confrontado com uma aparente lógica de continuidade entre Bettencourt e Rogério Alves, o antigo presidente desfaz essa ideia: «Continuidade? Quem manda é o presidente, não é o líder da AG. É o presidente quem escolhe quem entra e quem sai».

Já sobre José Eduardo Bettencourt, que apresentou a demissão no sábado, após a derrota dos leões (2-3) com o Paços de Ferreira, Sousa Cintra lamenta o azar do líder demissionário. «Bettencourt não teve sorte. É um grande sportinguista. Ninguém pode pôr em causa o seu amor ao clube e são os resultados que ditam tudo», conclui.

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