O Movimento ‘Dar Futuro ao Sporting’ considerou hoje que a recusa da realização de uma Assembleia Geral destitutiva dos atuais órgãos sociais do clube “viola os direitos garantidos aos sócios” e promete lutar para lhes “dar voz”.

Horas depois do presidente da Mesa da Assembleia-Geral (MAG) dos ‘leões’, Rogério Alves, ter referido que existem “fundamentos de forma e de fundo” que levaram ao indeferimento do requerimento para Assembleia Geral destitutiva, o Movimento pronunciou-se na sua página da rede social Facebook.

No comunicado divulgado, o Movimento refere que a decisão tomada pela MAG “viola os direitos estatutariamente garantidos aos sócios e vai muito para além dos poderes conferidos” a esta.

Na mesma nota, é manifestado o desagrado por esta decisão “confirmar todo um trajeto que tem retirado aos sócios a possibilidade de intervir”, resumindo ser “mais do mesmo”.

Contudo, este movimento garante que vai continuar a lutar e que as “diligências” serão anunciadas em breve.

“O Movimento não acaba por aqui e vamos lutar todos juntos para que a voz seja dada aos sócios. Em breve anunciaremos as diligências que iremos efetuar no sentido de garantir o cumprimento dos estatutos”, pode ler-se.

O Movimento “Dar Futuro ao Sporting” entregou no passado dia 07 de janeiro o requerimento para a convocação de uma assembleia geral extraordinária do clube na sequência de uma reunião com a Mesa da AG.

Num documento apresentado a Rogério Alves, o movimento apontou um conjunto de violações da atual direção sportinguista, liderada pelo presidente Frederico Varandas, que consideram servir de fundamento para a realização de uma AG de destituição.

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