A equipa pacense foi eliminada quinta feira da Taça de Portugal, em casa, pelo Desportivo de Chaves, da Liga de Honra, e, para Ulisses Morais, “era fundamental dar uma resposta com uma vitória, depois de uma derrota sentida por todos e que costuma deixar marcas e receios”.

Para o técnico, essas marcas foram notórias nos primeiros 15 minutos, altura em que o Paços sofreu o golo.

“Depois, conseguimos desorganizar o Vitória de Guimarães e acho que é justo o triunfo e dou os parabéns aos meus jogadores”, afirmou.

Já Paulo Sérgio considerou que a equipa minhota perdeu “imerecidamente” e que, mais do que o golo do empate, foi o segundo do Paços de Ferreira que desorientou a equipa: “Sentimos muito essa ‘pancada’”, disse.

“Criámos muitas ocasiões, fizemos 33 remates, 19 cantos, tivemos bolas nos ferros, grandes intervenções do guarda-redes, mas noutras alturas foi inépcia nossa, temos de ser mais eficazes”, lamentou.

Para o treinador, a equipa não poder “ter tanta situação de perigo e não meter a bola lá dentro, é uma pecha que tem de ser trabalhada”, assim como não perder a cabeça na altura de atacar: “Não gosto, nem quero bolas bombeadas à espera da sorte do erro do adversário”.

“Agora, há que manter a cabeça fria, não embalar em tristezas ou depressões”, alertou Paulo Sérgio.

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