Os jogos de sexta-feira da primeira jornada da segunda fase do campeonato argentino de futebol foram suspensos devido à greve dos jogadores, em protesto por salários em atraso.

Os desafios entre Rosario Central e Godoy Cruz e entre San Lorenzo e Belgrano, os primeiros do ‘Clausura’, não se realizaram, apesar de um pagamento de 22 milhões de dólares, cerca de 20 milhões e 700 mil euros, do governo argentino à Federação Argentina de Futebol (AFA).

A AFA, que tinha apelado aos jogadores para abandonarem os planos da greve, devido ao pagamento, previsto para a próxima terça-feira, das verbas entregues pelo governo, disse que os jogos suspensos não têm nova data para serem disputados.

Segundo o sindicato de jogadores (FAA), este é apenas metade do valor por distribuir pelo Estado argentino pelos clubes, devido aos direitos televisivos.

Segundo a FAA, os jogadores encontram-se há quatro meses sem receber graças aos atrasos com a transferência dos 20,7 milhões de euros para os clubes, através da AFA, a ter data prevista para terça-feira.

Com as eleições na AFA a ocorrerem dentro de um mês, o organismo rescindiu um contrato com o Estado argentino, na semana passada, que entregava aos canais estatais as transmissões dos jogos grandes do Campeonato.

O organismo que gere o futebol argentino, incluindo a seleção ‘albiceleste’, número 1 no ranking FIFA, está ‘embrulhado’ numa série de disputas internas e acusações de má gestão.

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