Topê deu vantagem ao Carregado logo no início, mas Calé empataria pouco depois, dando ao Estoril a 13.ª igualdade na competição (continua a ser o “rei” dos empates), enquanto o Carregado mantém a “lanterna vermelha”.

Com os dois conjuntos a ocuparem o último terço da tabela e a necessitarem de somar pontos, acabaram por ser os visitantes a entrar melhor e Topê deu vantagem ao Carregado logo aos sete minutos, na sequência de um canto.

Em desvantagem no marcador, os “canarinhos” começaram a tomar conta do jogo e, cinco minutos depois, Calé aproveitou uma saída precipitada do guarda-redes Thiago para deixar tudo igual na Amoreira.

Com a ameaça das equipas que se encontram logo abaixo na classificação, o Estoril-Praia partiu em busca de um segundo golo, que lhe desse alguma tranquilidade, e dominou até final do primeiro tempo, mas não concretizou, perante a apatia do Carregado.

No início da segunda parte, o “capitão” estorilista, Marco Silva, esteve perto de dar vantagem à formação da Linha, num pontapé cruzado que rasou o poste, mas as intenções dos locais acabariam por sofrer um forte revés quando Varela viu duas vezes o cartão amarelo em dois minutos e deixou a equipa reduzida a 10 elementos.

Mas o Carregado nunca soube aproveitar a superioridade numérica, demonstrando enorme inexperiência na hora de atacar a baliza de Paulo Santos, que quase nunca foi incomodado.

No entanto, o Estoril-Praia, à semelhança de encontros anteriores, insistia no jogo directo para o desapoiado N’Jock e os lances acabavam por “morrer”, embora Calé ainda tenha desperdiçado por duas vezes o tento da vitória já em tempo de compensação.

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