Numa conferência de imprensa em Ponta Delgada, o presidente dos “encarnados”, Mário Batista, sublinhou tratar-se, simultaneamente, de um bom negócio para o Santa Clara e uma oportunidade para o atleta.

Na despedida, Moreira disse ter sido um «prazer» jogar no “onze” liderado por Bruno Moura, embora reconhecendo que os resultados (nono lugar no campeonato, com 38 pontos) ficaram «muito, muito aquém» do que equipa «poderia ter feito».

Declarou, também, desconhecer «o campeonato do Chipre», para onde transita, sublinhando ter aceitado o desafio porque o AEL Limassol é «uma das melhores equipas do país» e porque em Portugal «não é dada oportunidade aos jovens».

No encontro com os jornalistas, em que confirmou a dispensa de nove jogadores (Ney, Matt Jones, Brigues, Vítor Alves, Diogo Silva, Tó Miguel, Bruno Monteiro, Fajardo e Renan), Mário Batista referiu que alguns deles foram confrontados com a possibilidade de renovação de contratos, mas com redução de salários.

O presidente do Santa Clara admitiu que foram propostas quebras de vencimentos superiores a 15 por cento, valor correspondente à redução orçamental prevista pela Sociedade Anónima Desportiva (SAD) do Santa Clara para a próxima época.

Mário Batista referiu que, face às dispensas, a SAD dos está no mercado à procura de 11 novos jogadores, insistindo que existem no mercado atletas suficientemente competitivos para conseguir uma equipa capaz de, no próxima temporada, garantir o objectivo de ocupar um dos primeiros cinco lugares da classificação na Liga de Honra.

«Queremos consolidar a condição de um dos grandes da Liga de Honra», afirmou, garantindo a manutenção da equipa técnica, liderada por Bruno Moura.

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