Não é o primeiro clube com as contas todas trocadas, atolhado em dividas. Outros emblemas passaram por isso, mas não houve comandante que os salvasse. Desde que assumiu a presidência, João Pinho de Almeida não tem medidos esforços para ir tirando o histórico clube da maré negra, cujo “passivo  ronda os 20 milhões de euros”, muito por causa "de contratos celebrados sem nexo, dívidas ao fisco e à segurança social", contraidas em anteriores mandatos.

Como explicou em entrevista ao Sapo Desporto, “o Belenenses estava mais perto da II Divisão B do que da primeira” quando assumiu funções. A nova direcção “tinha quinze dias para ter as obrigações em dia” ou não poderia inscrever o plantel de futebol na II Liga (situação que ocorreu com o Estrela da Amadora, relegado à II divisão B).

As obrigações foram cumpridas, o clube mantém-se nas ligas profissionais, mas agora na II Liga “é mais difícil equilibrar receitas e despesas, porque as receitas são escassas”. No entanto, João pinho de Almeida já fez saber que “não se pode cometer loucuras para não hipotecar as hipóteses do Belenenses”.

Com os patrocinadores a não fugirem, o dirigente assume, sem revelar para já nomes, que o clube “procura um parceiro financeiro e a SAD está a trabalhar nesse sentido”.

Com o futebol a ser a máquina geradora de capital, João Pinho de Almeida não assume a subida como prioridade, preferindo “ganhar todos os jogos que faltam até ao final do campeonato. Dessa forma o Belenenses “sobe de divisão”.

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