O Leixões emitiu hoje um comunicado informando que a penhora sobre o seu estádio foi anulada, pelo que «a venda do Estádio do Mar não vai por diante» e, por isso, os sócios «podem ficar tranquilos».
O comunicado surge após esta semana ter sido noticiado que as Finanças de Matosinhos avançaram com «uma penhora» daquele estádio, «ação que não é nova, mas apenas uma consequência de um processo antigo», refere o clube.
O Leixões realça que «esta possível venda tem a ver com penhoras feitas pelas Finanças em 2006» e que se referem a impostos não liquidados antes daquele ano.
«Não se trata de nova penhora, como estão a fazer crer, mas sim da renovação da informação de que pode ser tentada a venda do Estádio do Mar em hasta pública», esclarece ainda o Leixões.
«A Direção do Leixões Sport Club já há cerca de um mês está por dentro da situação e da marcação da possível tentativa de venda, pelo que tem vindo, como é seu timbre, com descrição e competência, a tomar todas as medidas para anular este procedimento administrativo», lê-se no comunicado.
O documento adianta: «Podemos hoje confirmar que o assunto está resolvido, depois do que tratámos nos últimos dias, culminando o trabalho que desenvolvemos desde há cerca de um mês.
A venda do Estádio do Mar não vai por diante, pelo que todos os sócios do Leixões Sport Club podem ficar tranquilos», afirma a direção.
O Fisco notificou o Leixões que o Estádio do Mar estava penhorado e que seria leiloado até 30 de agosto por "3,2 milhões de euros", o equivalente a cerca de 70 por cento do valor que lhe foi atribuído pelas próprias Finanças numa avaliação realizada em 2010.
No comunicado divulgado hoje, os atuais responsáveis leixonenses salientam que, quando tomaram posse, receberam "uma pesada carga, nomeadamente o Totonegócio, entre outras coisas".
«Do Totonegócio, até 2010, pagaram-se cerca de 300 mil euros e, depois, a Federação Portuguesa de Futebol tomou o assunto em mãos e resolveu em conjunto as dívidas de todos os clubes, pelo que o que falta pagar da parte do Leixões já é para resolver com esta entidade (FPF) e não com a Autoridade Tributária», afirmam.
A direção leixonense considera, também, que «este processo de que agora se fala, e a que alguns quiseram dar tanto relevo, só veio para a comunicação social porque amanhã é dia de eleições no Clube», visto que «o edital das Finanças é público desde finais de Maio e só agora foi alvo de notícias».
A Direção do Leixões aproveitou o ensejo para lançar um apelo à «serenidade» dos sócios, convidando-os a «exercerem o seu direito de voto» nas eleições para os órgãos sociais que estão marcadas para este sábado.

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