O antigo jogador da seleção angolana Joaquim Diniz afirmou em Luanda que a ausência de um psicólogo na equipa técnica dos Palancas Negras esteve na base dos maus resultados no campeonato africano (CHAN2016) que decorre no Rwanda.

Em declarações à Angop, para abordar a segunda participação de Angola na competição reservada aos jogadores que atuam nas provas internas, na qual Angola ficou na fase de grupos, o ex-jogador salientou que os aspetos psicológicos nos jogadores não foram salvaguardados.

Joaquim Diniz sublinhou que no primeiro jogo a seleção angolana ressentiu-se da responsabilidade e não conseguiu gerir a tensão do evento, tendo em vista o objetivo que era de garantir ou melhorar o segundo lugar do CHAN do Sudão, em 2011.

O também conhecido Brinca n'Areia frisou que tendo a seleção passado por várias mudanças, faltou um trabalho sério de um psicólogo, para transmitir confiança aos jogadores, que seria possível chegar aos propósitos. O antigo internacional exaltou as qualidades dos jogadores, porque mostraram o quanto valem, mas aconselhou a federação nacional da modalidade a precaver estes aspetos que parecem simples mas que influenciam negativamente no conjunto.

Depois de derrotas na primeira jornada frente aos Camarões (0-1) e na segunda contra a RDC (4-2), na última ronda os Palancas Negras venceram a Etiópia, por 2-1, insuficiente melhorar a segunda posição alcançada no Sudão2011.

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