A seleção angolana de futebol deve trabalhar mais o sector atacante, no intuito de marcar mais golos, sobretudo nas partidas realizadas na condição de anfitriã, e assim poder ganhar vantagem sobre os adversários, caso seja necessário recorrer ao critério de desempate, por igualdade pontual.

O alerta foi feito pelo antigo seleccionador Romeu Filemon, em declarações à Angop, sobre as possibilidades de Angola apurar-se ao próximo Campeonato Africano da Nações (CAN), a disputar-se em 2019, nos Camarões.

Em dois jogos do grupo I, Angola marcou dois golos e sofreu três, um saldo negativo de um. Ocupa a terceira posição, com três pontos, os mesmos do Burquina Faso, em segundo. Os burquinabes marcaram três, o mesmo número de sofridos. O líder é a Mauritânia, próximo oponente dos Palancas Negras no dia 12 de Outubro, com seis pontos. Os mauritanianos já têm três tentos e nenhum sofrido. Botswana é o último colocado, sem pontuar. Sofreu dois golos e não marcou qualquer golo.

Apesar de faltar ainda quatro jogos para o final desta corrida ao CAN dos Camarões, o antigo treinador do 1º de Agosto e Kabuscorp do Palanca chamou atenção para a necessidade de se vencer os desafios com maior número de golos.

Ainda que a selecção ganhe o próximo encontro, se não for por uma boa diferença, continuará na terceira posição, ou no mínimo na segunda, dependendo do desfecho do outro desafio entre Botsuana-Burquina Faso.

Na visão de Romeu Filemon, os avançados jogam um papel fundamental, sem descurar os outros sectores. “Se quisermos manter o sonho do apuramento vivo temos de marcar mais golos”.

De acordo com o técnico, apesar dos três pontos conquistados frente ao Botswana, no passado domingo, a selecção falhou muitos lances, houve ainda fraca criatividade, o que se reproduziu numa vitória magra e sofrível.

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