O Estádio do Complexo Desportivo do Real Sport Clube em Massamá teve uma enchente de cabo-verdianos que quiseram ver de perto os craques da sua seleção.

Perto de quatro mil espetadores (o estádio tem capacidade para três mil) não pararam de apoiar os Tubarões Azuis, do início ao fim, com muita batucada a mistura nas bancadas, onde predominava o azul e branco, as cores da bandeira de Cabo Verde.

Depois de Djaniny adiar, por três vezes, o grito do golo preso nas gargantas, Heldon desatou o nó e colocou Cabo Verde em vantagem, num golo muito festejado pelos jogadores, que fizeram questão de se dirigirem para junto de uma das bancadas para festejar com os adeptos.

A medida que o jogo ia decorrendo e os avançados iam desperdiçando as oportunidades criadas, o nervosismo foi tomando conta dos adeptos nas bancadas, que ficaram silenciosos aos 53 minutos quando Bruno Manga empatou para as Panteras.

A batucada que tinha parado por instantes, voltou a levar animação às bancadas, logo a seguir ao golo gabonês. Talvez impulsionado pela festa que vinha fora das quatro linhas, os jogadores cabo-verdianos fizeram uma segunda parte de luxo, com triangulações, desmarcações, jogo pelas alas, velocidade e muitas situações de golo, todas desperdiçadas, para desespero de quem esperava pelo golo da vitória.

Apesar do empate, os jogadores foram muito saudados no final do encontro e retribuíram o apoio, indo a cada bancada para agradecer aos perto de quatro mil cabo-verdianos que estiveram a apoiar os Tubarões Azuis.

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