Lourenço Pinto, presidente da Associação de Futebol do Porto, manifestou uma «intenção de vontade» de partir para o pedido de impugnação da Assembleia-Geral que está a decorrer. Isto porque a não aprovação dos pontos 2 e 3 do artigo 37, que trata da definição e direitos dos delegados na AG, nos Estatutos inviabiliza o Regulamento Eleitoral

«Há uma vontade [de partir para providência cautelar para impugnar a AG]. Face ao que está a acontecer, da parte da manhã foram reprovados pontos do artigo 37, os nºs 2 e 3. É matéria contrária ao que está no Regulamento Eleitoral e este não pode, nem deve discutido neste momento», disse Lourenço Pinto.

O dirigente frisou que «as associações só agora deram pelo mal que fizeram, em que aprovaram parte dos estatutos que são contrárias ao movimento associativo», o que poderá passar, acrescenta, por um «descuido das associações».

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