João Alves e os espanhóis Juanma Lillo e Fernando Vazquez. São estes os nomes que mais influenciaram o percurso de Paulo Bento como treinador de futebol, numa carreira que começou a ser idealizada quando ainda jogava no Oviedo, entre 1996 e 2000.

“João Alves, porque foi o primeiro treinador que tive enquanto profissional. Marcou-me muito e é uma pessoa com quem tenho uma excelente relação”, assume Paulo Bento, destacando ainda os dois técnicos espanhóis com quem conviveu no Oviedo: “Juanma Lillo, que do ponto de vista táctico foi, porventura, o mais marcante, e Fernando Vazquez, pela simplicidade que tinha, nos processos de treino e enquanto pessoa.”

“Aprendi muita coisa destes três, bem como de outros, mas acho que depois devemos formar a nossa própria liderança”, vincou o seleccionador nacional de futebol, na aula aberta da pós-graduação em Treino de Liderança e Desenvolvimento de Equipas, no ISPA.

Além dos conhecimentos absorvidos durante a carreira de jogador, o ex-técnico do Sporting sublinha também a informação adquirida posteriormente, na abordagem a cada novo desafio, enfatizando a importância de conhecer a história da instituição que se lidera.

“Tem de haver conhecimento total daquilo que é o clube para se poder fazer algo que está ligado a esse contexto: a definição de objectivos. Quanto melhor conhecer a realidade, mais fácil é para mim definir os objectivos daqueles com quem vou trabalhar diariamente”, argumenta Paulo Bento, rematando: “Como treinador tenho a obrigação de conhecer a história e o passado do clube. Pesa tanto como as minhas ideias ou as características daqueles com quem trabalho.”

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