Juntamente com os secretários de Estado do Desporto de ambos os países, Laurentino Dias e Jaime Lissavetsky, Portugal e Espanha procuram mostrar as virtudes da candidatura a Blatter.

Depois de formalizado o comité de candidatura único, com o formato legal de uma fundação, os dois responsáveis federativos vão reunir-se com Blatter, que vai mostrando maior flexibilidade a alianças entre dois países.

Se em Espanha 19 cidades já mostraram vontade de acolher jogos do Mundial de 2018 ou 2022, em Portugal, de acordo, com Gilberto Madail, a escolha parece estar reduzida três estádios (Luz, Dragão e Alvalade).

“Ainda não está decidido. No máximo seriam cinco, mas penso que serão três em Portugal, dois em Lisboa e um no Porto. Ainda pode aumentar o número, mas penso que o acréscimo de investimentos que seria necessário não justifica para o acréscimo de jogos que viríamos a ter”, disse segunda-feira, à chegada a Zurique, na Suíça.

Neste grupo de candidatos, há cinco países que já receberam fases finais de mundiais: Inglaterra (1966), México (1970 e 1986), Espanha (1982), Estados Unidos (1994) e Coreia do Sul e Japão (em conjunto em 2002).

O presidente da FIFA já elogiou a “opção muito sólida” da Inglaterra e alertou para “as boas possibilidades da Rússia”, tendo recebido uma carta do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de apoio à candidatura do seu país.

As sedes dos Mundiais de 2018 e de 2022 serão anunciadas em Dezembro de 2010.

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