Ressalvando à Agência Lusa que, até ao momento, só conhece dados publicados na comunicação social, Fernando Gomes, “vice” da FPF por inerência da presidência da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), espera agora inteirar-se melhor sobre o caso na próxima reunião de Direcção da federação.

“O meu contacto (com o caso) é muito ligeiro, mas numa perspectiva exterior, porque não tenho dados objectivos para avaliar, estes episódios não são positivos para o futebol português”, considera Fernando Gomes.

Fernando Gomes insiste que continua a ser um “observador externo” deste inquérito a Carlos Queiroz, que exige uma “análise ponderada cuidada”, esperando ter conhecimento dos factos na próxima reunião da Direcção da FPF.

“Terei oportunidade a ter uma opinião mais aprofundada. Neste momento sou um observador externo que está a par do que tem sido vinculado pela comunicação social”, afirma o novo presidente da Liga.

Carlos Queiroz terá insultado uma brigada enviada pela Autoridade Antidopagem de Portugal para um controlo inopinado a alguns jogadores da selecção, numa altura em que a equipa estagiava na Covilhã para preparar a participação no Mundial2010 em futebol, que decorreu na África do Sul e no qual Portugal foi eliminado nos oitavos de final pela Espanha, que veio a sagrar-se campeã.

O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, já reconheceu que o inquérito instaurado a Carlos Queiroz contém “factos graves”.

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