Segundo disse à Agência Lusa o advogado de Queiroz, Rui Patrício, “não houve entendimento e o processo vai seguir os termos normais”, tendo ficado agendado o julgamento para Setembro de 2012, após a tentativa de conciliação de hoje.

Queiroz interpôs uma acção contra a FPF, exigindo ser indemnizado devido àquilo que considerou ser um rompimento unilateral e ilegal por parte da instituição do contrato que os vinculava, em virtude de ter sido alvo de uma suspensão imposta pela Autoridade de Antidopagem de Portugal (ADoP).

O processo 4189/10.2TTLSB corre na 1.ª secção do 1.º juízo do Tribunal do Trabalho de Lisboa.

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