O Sapo Desporto foi até aos dois palcos emblemáticos das cidades de Lisboa e Porto, Marquês de Pombal e Avenida dos Aliados, respectivamente, mas deparou-se com cenários pouco festivos. Cidades desertas. A norte, os poucos adeptos acreditam que “os clubes puxam mais à festa”. E que Scolari também “atraia mais gente”. As buzinas, essas, foram sonoras pelas ruas.

No entanto, alguns resistiram ao frio e a uma noite menos bem dormida para gritar a plenos pulmões o hino nacional e, agora sim, apoiar a Selecção incondicionalmente. Bem como Carlos Queiroz, tantas vezes criticado, mas que acabou por levar o barco a bom porto.

A final é o limite para esta equipa das quinas, acreditam alguns. A França seria um bom adversário, dizem outros, a pensar talvez, que à terceira é de vez e Portugal lá ganhará ao seu maior carrasco dos últimos campeonatos.

Carlos Queiroz poderá ainda não reunir total consenso, mas acalmou os ânimos ao conseguir ultrapassar a Bósnia, num campo hostil e que não reunia condições para a disputa de um jogo deste nível.

A Selecção Nacional vai à África do Sul e por lá se ouvirá “A Portuguesa”.

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