O seleccionador interino, substituto de Carlos Queiroz, já tinha permitido na sexta-feira, no jogo com o Chipre, que Yannick Djaló se estreasse pela selecção principal.

Agostinho Oliveira, que já fez cinco jogos como seleccionador principal (disputa hoje o sexto), estreou-se num encontro de preparação com a Inglaterra (1-1, a 7 de Setembro de 2002), em Birmingham e fez aí quatro estreias (Paulo Ferreira, João Manuel Pinto, Jorge Silva e Nuno Valente).

A 12 de Outubro, Agostinho Oliveira voltou a sentar-se no banco, desta vez no estádio do Restelo, em Lisboa, para receber a Tunísia (1-1).

Nesse encontro, estreou Romeu, Neca e Marco Ferreira, numa altura em que a selecção estava em completa renovação, após o Mundial de 2002 e isto depois da saída de jogadores muito influentes, já no final das suas carreiras internacionais.

Dias depois, a 16 de Outubro, Portugal deslocou-se a Gotemburgo para defrontar a Suécia, num clima de enorme intranquilidade e naquele que parecia ser o último jogo de Agostinho Oliveira como seleccionador principal.

Luís Figo, “Deus maior” da selecção da altura, tinha ameaçado abandonar a equipa portuguesa, descontente com a forma como a nomeação do novo seleccionador estava a ser conduzida (acabou por ser Luiz Felipe Scolari o substituto de António Oliveira).

Também Agostinho Oliveira demonstrou descontentamento, embora tenha sempre referido a sua disponibilidade para servir a selecção portuguesa.

E foi, em Gotemburgo, que a “era” Agostinho Oliveira teve o seu momento mais alto: Portugal esteve a perder por 2-0, mas deu a volta ao resultado e venceu 3-2, com golos de Sérgio Conceição, Romeu e Rui Costa.

A 20 de Novembro, Agostinho Oliveira despediu-se, momentaneamente, do banco da selecção portuguesa como treinador principal: em Braga, Portugal venceu a Escócia por 2-0 (“bis” de Pauleta) e estreou Ricardo Rocha, Tiago, Pedro Mendes, Jorge Ribeiro e Nuno Assis.

Com o Chipre, a 3 de Setembro de 2010, no primeiro jogo de qualificação para o Euro2012, Portugal empatou 4-4, em Guimarães, e estreou Yannick Djaló (entrou perto do fim).

Sílvio assistiu ao jogo com o Chipre do banco, enquanto Nuno André Coelho (convocado mas sem qualquer internacionalização), não saiu da bancada. Tal como hoje.

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