António Oliveira foi o seleccionador nacional que comandou a equipa das quinas no Mundial 2002, a Oriente. Portugal voltou a casa depois de uma prestação desastrada e António Oliveira saiu do cargo, distanciando-se do mundo do futebol.

Após longos anos de silêncio, em entrevista a Record, o ex-treinador fala de muitos temas do futebol português, entre os quais o destino a curto-prazo da Federação Portuguesa de Futebol.

Critico assumido de Gilberto Madaíl, não se assume como presidenciável, mas considera que possui condições quase únicas em Portugal:

“Possuo competência e experiência para tal cargo. Em Portugal não haverá muita gente com o meu currículo que é vasto e qualificado.”

Se assegura que não é candidato à FPF, já quanto ao FC Porto, António Oliveira não dá a mesma garantia. Mas nunca contra Pinto da Costa:

“A gestão de Pinto da Costa é notável e ímpar em toda a Europa. Ele é o meu presidente!”

Oliveira reconhece que a sua personalidade vincada pode ter contribuído para a formação de uma imagem pouco positiva, mas ressalva que muitas das coisas que lhe foram atribuídas não passam de mentiras.

“Sou acusado de coisas que nunca fiz na vida. Caso Paula? Outra falsidade. Eu nem sequer lá estava.”

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