A importância do guarda-redes de futebol nas ações de jogo e a análise dos seus movimentos foram hoje testados por estudantes universitários, numa ação que decorreu no Estádio Nacional com a participação dos treinadores das seleções nacionais.

Cerca de meia centena de jovens estudantes tiveram oportunidade de aceder aos estudos desenvolvidos pelo departamento de futebol da Faculdade de Motricidade Humana, de Lisboa, e deram especial atenção à experiência de Ricardo Peres como treinador de guarda-redes da seleção A de Portugal.

Para o treinador, o principal objetivo desta ação passa por juntar «a investigação à prática» uma vez que é dada cada vez mais atenção a esta posição específica.

«O guarda-redes sabe de futebol, ao contrário do que se tem pensado. Percebe as ações de jogo, os movimentos defensivos e a leitura dos defesas. Por exemplo, os penaltis não são uma lotaria. É uma ação de um contra um e trabalhamo-la como isso», afirmou Ricardo Peres à margem do evento, revelando que o "dia do guarda-redes", em parceira com o Desporto Escolar, vai manter-se este ano, embora «mais descentralizado».

Rui Jorge, selecionador nacional dos sub-21, considera que a aula de hoje «é uma temática fundamental nos treinos», até porque existe neste escalão «um jogador que apenas tem treinador de guarda-redes duas vezes por semana».

«É importante a ação do guarda-redes com a linha defensiva da equipa. Venho tentar demonstrar a minha experiência com exemplos práticos», disse Rui Jorge, pouco antes de iniciar os exercícios com os estudantes.

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