A Liga italiana de futebol pediu hoje aos operadores que detêm os direitos de transmissão televisiva dos jogos para respeitarem os contratos e pagarem na totalidade a quantidade acordada, sem descontos pelos efeitos da pandemia de COVID-19.

"O Conselho da Liga, reunido hoje, confirmou, no que respeita aos contratos com os donos dos direitos audiovisuais, a linha de respeito pelos contratos, de acordo com as decisões tomadas em assembleia geral", pode ler-se num comunicado da Serie A.

Os 20 clubes pedem, assim, que os operadores pagam a sexta e última tranche relativa à transmissão dos jogos de 2019/20, num contrato anual de 1.400 milhões de euros, nas mãos da Sky, DAZN e IMG, esta última relativa a transmissões fora de Itália.

A Serie A está parada desde 09 de março devido à pandemia de COVID-19, estando ainda em aberto a possibilidade de regresso em meados de junho, a partir da 27.ª jornada.

Após a declaração de pandemia, em 11 de março, as competições desportivas de quase todas as modalidades foram disputadas sem público, adiadas - Jogos Olímpicos Tóquio2020, Euro2020 e Copa América -, suspensas, nos casos dos campeonatos nacionais e provas internacionais, ou mesmo canceladas.

Os campeonatos de futebol de França, Escócia, Bélgica e dos Países Baixos foram cancelados, enquanto outros países preparam o regresso à competição, com fortes restrições, como sucede em Inglaterra, Itália, Espanha e Portugal, que tem o reinício da I Liga previsto para 03 de junho. A Liga alemã foi retomada em 16 de maio.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de COVID-19 já provocou mais de 346 mil mortos e infetou mais de 5,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Quase 2,2 milhões de doentes foram considerados curados.

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