"Não quero pôr gasolina na fogueira e a melhor forma de não o fazer é estar calado. O jogo é uma partida de futebol, nada mais. Não sou italiano, não nasci com esta rivalidade entre Inter e Juventus, por isso vou viver este jogo de forma exclusivamente profissional", afirmou José Mourinho na antevisão do 'clássico' desta noite.

Em caso de vitória, o Inter poderá 'cavar' um fosso de 11 pontos para a Juventus, mas o técnico português não deu muita importância à vantagem pontual. "Significa apenas três pontos, os mesmos que ganhámos à Fiorentina e perdemos com a Sampdoria", realçou.

Sobre o comportamento do adversário, Mourinho espera uma "equipa chateada com ela própria", na sequência da humilhante derrota com o modesto Cagliari. "Iremos enfrentar um conjunt muito agressivo. A Juventus tem muita experiência e não vai estar sob pressão porque sabe bem como abordar este tipo de jogos", disse o treinador do Inter, sem deixar de sublinhar um facto: "Haja o que houver, sairemos de Turim na liderança do campeonato."

Por outro lado, Ciro Ferrara apelou à inteligência dos seus jogadores para bater o Inter: "Para vencermos temos de fazer um jogo perfeito: é isso que espero dos meus jogadores. Temos de entrar com grande intensidade e elevados níveis de concentração. Os oito pontos que nos separam do adversário dão pouca margem de manobra", salientou o treinador da Juventus.

Tiago foi convocado na Juventus, mas já Ricardo Quaresma não foi chamado por José Mourinho, uma vez que se encontra a recuperar de uma lesão no joelho direito.

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