Benfica e Paços de Ferreira fecham no sábado mais um capítulo da Taça da Liga de futebol, marcada pela “amargura” sportinguista nas grandes penalidades, pela polémica mão de Pedro Silva e pelo “frango” de Nuno Espírito Santo.

A competição, iniciada na época 2007/08, apenas conheceu dois vencedores nas três edições já disputadas, com os “encarnados” a vencerem as duas últimas (2008/09 e 2009/10), sucedendo ao Vitória de Setúbal, que ficará na história como primeiro clube a conquistar o troféu.

Nem sempre vista, pelos três “grandes”, como uma prova importante, a Taça da Liga foi relegada para terceiro plano, nos primeiros anos, servindo essencialmente para “rodar” jogadores.

Foi nessa perspectiva que o Vitória de Setúbal aproveitou para alcançar a final da competição inaugural, medindo forças com o Sporting, depois de ambas as equipas se terem encontrado na fase de grupos.

Em Março de 2008, os sadinos, comandados por Carlos Carvalhal, derrotaram os “leões”, de Paulo Bento, nas grandes penalidades, depois do nulo registado no tempo regulamentar, com o guarda-redes Eduardo a sagrar-se o herói da noite, ao defender os remates de Polga, Liedson e Izmailov.

Um ano depois, o Estádio do Algarve recebeu nova final, desta feita o “derby” entre Sporting e Benfica, num jogo que ficaria marcado pela polémica grande penalidade assinalada por Lucílio Baptista e que daria o empate aos “encarnados”, levando a segunda edição da prova a ser novamente decidida nas grandes penalidades.

Os “leões” voltariam a sentir a “amargura” dos pontapés de 11 metros, com o guarda-redes do Benfica Quim a desempenhar um papel fundamental na primeira conquista das “águias”, ao defender os remates de Rochemback, Derlei e Hélder Postiga.

A terceira e última final da prova, também no Algarve, colocou frente a frente os “rivais” Benfica e FC Porto, mas, ao contrário das duas edições anteriores, não foi necessário o desempate por castigos máximos.

A equipa de Jorge Jesus venceu o “rival” FC Porto por 3-0, com golos de Rúben Amorim, Carlos Martins e Cardozo, num jogo que ficaria marcado pelo enorme “frango” do guarda-redes Nuno Espírito Santo, que abriu caminho ao segundo triunfo “encarnado”.

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