Para Carlos Brito, "os 'penalties' já seriam escusados" porque, "exceptuando os primeiros 15 minutos", a partida pertenceu ao Rio Ave, que venceu por 6-5 no desempate por pontapés da marca de grande penalidade, após o 0-0 registado no final do prolongamento.

"Se o Sporting de Braga não fez um jogo ao nível que tem demonstrado, tem muito a ver com o que o Rio Ave fez. Foi um dos melhores jogos a que já assisti do Rio Ave, e não só desta época, a equipa fez o jogo perfeito", afirmou o técnico.

Carlos Brito considerou que este "terá sido o jogo em que o Braga terá sido mais manietado" e destacou: "parece que já estava tudo resolvido, mas contrariamos a nossa pequenez", afirmou.

A ambição de ganhar a Taça só começa, para Carlos Brito, se a equipa for à final e, para isso, "é preciso ter sorte no sorteio", tendo desejado "um adversário da mesma capacidade do Rio Ave".

Já o treinador do Sporting de Braga admitiu que a equipa não fez um bom jogo: "não conseguimos criar situações de golo, a transição defesa ataque não foi a melhor, mas foi um jogo muito bloqueado de parte a parte, sem grandes oportunidades de golo", disse.

Questionado sobre a importância das ausências de Vandinho e Mossoró, castigados pela Liga de clubes, considerou que os jogadores que alinharam nas posições de ambos, Hugo Viana e Luís Aguiar, não têm as mesmas rotinas, "mas ainda assim a equipa podia ter feito mais".

"É um resultado que pesa e que nos deixa tristes. Na lotaria das grandes penalidades perdemos duas oportunidades de vencer, mas este era o dia em que não tínhamos que passar", lamentou.

Agora, disse, "há que levantar a cabeça" porque a equipa quer "continuar a ser líder na liga: a derrota abala nestas horas seguintes, mas depois virá a limpeza geral para continuarmos a lutar pelo campeonato", assegurou.

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