FC Porto e Benfica protagonizam hoje mais um "clássico" do futebol português, num encontro das meias-finais da Taça em que os ecos da última goleada portista ainda se fazem sentir, bem como a saída de David Luiz.

Os "dragões", detentores do troféu, já se superiorizaram este ano duas vezes ao Benfica, primeiro na Supertaça e depois para o campeonato, num jogo em que humilharam os campeões nacionais por 5-0, fazendo com que a equipa de Jorge Jesus descesse definitivamente à terra, depois de na temporada passada ter feito sonhar os adeptos "encarnados".

Os “dragões”, que ainda só sofreram uma derrota esta temporada, chegam ao “clássico” no primeiro lugar da Liga portuguesa, com mais um jogo disputado e 11 pontos de avanço sobre os “encarnados”, mas foram afastados da Taça da Liga.

Por seu turno, o Benfica, depois de um início de temporada intermitente, chega ao Estádio do Dragão com 13 vitórias consecutivas nas competições internas, curiosamente um percurso iniciado depois da goleada com o FC Porto.

Na equipa de André Villas-Boas, a grande dúvida é a recuperação do avançado colombiano Falcao, que falhou os últimos quatro encontros por lesão, enquanto mesmo fora do encontro estão os dois laterais esquerdos, o uruguaio Álvaro Pereira e o português Emídio Rafael, que fraturou o pé esquerdo no sábado, frente ao Gil Vicente (2-2), na Taça da Liga.

Sem nenhum dos dois laterais esquerdos, a opção para o encontro com o Benfica deverá ser o uruguaio Jorge Fucile, já habituado a fazer o lugar, embora o central Sereno tenha sido utilizado nesse posto em Barcelos.

A grande baixa do Benfica neste "clássico" é a do defesa central brasileiro David Luiz, que, no fecho do mercado de inverno, foi transferido para os ingleses do Chelsea, num negócio que rende aos cofres "encarnados" 25 milhões de euros a pronto, além de outras condições.

Além de David Luiz, o Benfica não contará com o médio Ruben Amorim, que é a única baixa clínica no plantel, depois de ter sido submetido a uma intervenção cirúrgica.

Na Taça de Portugal, Jorge Jesus tem utilizado na baliza o habitual suplente Júlio César, não se sabendo se manterá a aposta ou colocará o titular Roberto.

No outro encontro das meias-finais, Vitória de Guimarães e Académica procuram regressar a uma final da Taça de Portugal após muitos anos de ausência.

A “briosa”, que venceu a Taça em 1939, já não chega ao Jamor desde 1968/69, depois de também ter atingido a final em 1950/51 e 1966/67.

Já o Vitória de Guimarães foi finalista vencido em quatro ocasiões, a última das quais há 23 temporadas, em 1987/88.

Esta época, as duas equipas já se encontraram numa ocasião, com a Académica a vencer em casa, por 3-1, sendo esta a 15.ª vez que se encontram na Taça, com vantagem para os vimaranenses, que venceram sete encontros e perderam cinco.

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