"Ergui as mãos no lance do golo a pedir desculpa aos adeptos. No ano passado, estive no Jamor a torcer pelo Paços de Ferreira, espero agora que o Paços de Ferreira torça pelo Chaves", disse o treinador da equipa da Liga de Honra, após a vitória por 2-1 na Mata Real, em jogo dos quartos de final.

Nuno Pinto disse que, "nesta altura, o sentimento no balneário é de alegria enorme, de quase euforia, um sentimento de dever cumprido", admitindo ter acreditado e trabalhado na perspectiva de ganhar em Paços de Ferreira.

"Sabíamos que era muito difícil e íamos ter muitas dificuldades, pois jogávamos fora, frente a uma equipa de outro escalão e com outro andamento, mas tentamos surpreender o Paços e conseguimos concretizar duas das três acções ofensivas iniciais e, depois, com a expulsão, tivemos de recuar e juntar as linhas", sublinhou.

Nuno Pinto reconheceu ainda "alguma felicidade" na vitória, admitindo tratar-se do "momento mais alto" da sua carreira até ao momento, sem esconder o desejo de conseguir ir mais além e chegar á final da prova

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