“Desde o início da época, e depois do que fizemos no ano anterior, que acreditamos ser possível fazer qualquer coisa. Assumimos que queremos ir o mais longe possível e, neste momento, isso passa por eliminar o Desportivo de Chaves”, disse à Agência Lusa Ricardo.

O defesa, titular em 23 dos 27 encontros realizados esta época pelos “castores”, assume o favoritismo da formação pacense, finalista vencido do troféu, no jogo de quinta-feira, mas não entra em euforias.

“O sorteio até nos pode ter sido favorável, por nos ter afastado dos principais candidatos, mas isso de nada serve se não fizermos a nossa parte. Somos favoritos, até por termos sido finalistas, mas não podemos subestimar o Chaves e os seus profissionais, na medida em que eles vão fazer deste um jogo especial, uma espécie de jogo da vida deles”, sublinhou.

Ricardo tem noção exacta da importância de vencer os flavienses e de conquistar as chaves das “meias”, antecâmara do Estádio Nacional.

“Ganhando (ao Chaves), teremos dois jogos para tentar chegar novamente à final. E aí tudo pode acontecer”, rematou.

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