Os primeiros 45 minutos de jogo apresentam um ambiente mais quente nas bancadas do que no relvado. Bolas de golfe arremessadas das bancadas vermelhas não faltaram.

O Benfica apresentou-se mais ofensivo, a ocupar mais o terreno, mas sem grande perigo para a equipa portista. O FC Porto, mais na retranca do que é habitual, espreitava o contra-ataque e foi num desses momentos que Falcao testou Julio Cesar.

Aos 25 minutos de jogo, Alvaro Pereira ganhou a bola, cruzou para o lado contrário, onde estava Cristian Rodriguez, que amorteceu para o remate de primeira do colombiano, à figura de Julio César.

Antes disso, o Benfica, por Javi Garcia, já tinha criado a primeira grande oportunidade do jogo. Aos 18', Maxi Pereira foi travado em falta e na cobrança do livre a bola foi direita à cabeça de Javi, que subiu mais alto que a defensiva azul-e-branca, mas atirou ao lado.

Nova oportunidade para os da casa aos 34. Carlos Martins tentou o remate de longe, a bola foi travada por João Moutinho, subiu e sobrou para Cardozo. Tacuara ganhou o duelo com o defesa portista e conseguiu chegar à bola com a ponta do pé, com esta a passar perto da baliza de Beto.

Aos 41, Julio Cesar foi o herói. Arrancada de Hulk até à grande área, deu para Falcao, isolado, que viu o guardião brasileiro opor-se de forma impecável. Na recarga, o camisola 9 atirou por cima.

Benfica e FC Porto vão para o intervalo a zeros, com os encarnados a beneficiarem de uma vantagem de dois golos que conquistaram na primeira mão.

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