O presidente do Instituto do Desporto (ID) de Macau afirmou hoje assistir à transmissão de Pequim2022 vai permitir aos residentes conhecer o desenvolvimento dos desportos na China e reforçar o patriotismo.

"Os residentes de Macau podem assistir aos Jogos Olímpicos de Inverno na televisão para aprenderem sobre o desenvolvimento dos desportos nacionais e acelerar a promoção do patriotismo e do amor por Macau", disse Pun Weng Kun, numa cerimónia realizada para assinalar o início de Pequim2022, que vai decorrer até 20 deste mês.

O responsável sublinhou que Macau está a promover o espírito olímpico e a "contar a história chinesa", com a transmissão de todos os eventos de Pequim2022, primeira cidade a receber os Jogos Olímpicos de Inverno depois de ter organizado os de Verão, em 2008, considerados na altura como a celebração de um país em ascensão.

Os Jogos Olímpicos de Inverno Pequim2022 vão ser disputados sob fortes restrições, de acordo com a estratégia chinesa de 'zero casos' de covid-19.

Todos os elementos das comitivas, incluindo atletas e treinadores, assim como jornalistas são mantidos numa ‘bolha sanitária’, evitando contactos com a população local, que vai ser prolongada até aos Jogos Paralímpicos de Inverno, entre 04 e 13 de março.

Aos não vacinados, foi exigida uma quarentena de 21 dias à chegada a Pequim.

Além de uns Jogos seguros, Pequim prometeu organizar um evento "verde" e "limpo", em que a eletricidade consumida vai ter origem inteiramente renovável e 85% dos veículos para transportes movidos a energia elétrica ou a hidrogénio.

Zhangjiakou, cidade que coorganiza os Jogos a cerca de 180 quilómetros a noroeste de Pequim, instalou eólicas capazes de produzir 14 milhões de quilowatts, aproximadamente a mesma potência usada por um pequeno Estado como Singapura.

As montanhas circundantes estarão cobertas de painéis solares com uma capacidade adicional de sete milhões de quilowatts.

Estas diferentes instalações vão estar ligadas a um centro de distribuição para os diferentes locais olímpicos, o que permite a Pequim afirmar que a "alimentação" destes Jogos tem unicamente origem renovável.

Em contrapartida, a China terá que recorrer a neve artificial, por uma vez que Pequim se situa numa região onde neva pouco.

Se, em 2019, as autoridades chinesas estimavam que iriam necessitar de 185 milhões de litros de água para cobrir as pistas, agora os organizadores garantiram que esta água não terá produtos químicos e entrará naturalmente nos solos quando derreter.

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