Falando à Angop no final da competição, a jogadora que atuou no Desportivo do Maculusso e Petro de Luanda acrescentou que se dedicará somente à sua profissão de bancária e a ter mais tempo para a sua família.

A jogadora referiu que foram muitos anos que se dedicou inteiramente à modalidade ao serviço da selecção nacional, mas o seu testemunho foi bem passado, em função da dinâmica que as jovens atletas apresentaram nesta final.

“Trata-se de uma saída à altura, quem viu ou assistiu pelo televisor notou que as miúdas deram conta do resultado, com ou sem a sua ausência. Portanto, é momento de deixá-las andar com voto de confiança, uma vez que todas estão preparadas para dar continuidade à hegemonia do país em África e granjear cada vez mais espaço de Angola a nível mundial”, frisou.

Por outro lado, contou que durante o período pré-competitivo para esta edição do africano, teve um surto de gripe que por pouco a deixava sem jogar nesta prova. Mas os médicos da equipa nacional foram eficazes ao mantê-la sã, antes do fim da competição.

No entanto, disse sentir-se feliz por terminar em grande junto das ”mais jovens“ que conseguiram assumir o duelo da mesma maneira.

De 34 anos de idade, de 1,80m, Luísa Kiala leva como recordação à memorável consagração à 7ª posição, conseguida no campeonato do mundo de 2007 em França e a recente qualificação para os quartos-de-final nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

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