O presidente da Assembleia da República manifestou hoje profunda tristeza pela morte do guarda-redes de andebol Alfredo Quintana, do Futebol Clube do Porto e da seleção nacional, considerando que o seu desaparecimento prematuro "chocou o mundo desportivo".

Alfredo Quintana, andebolista internacional português, guarda-redes do FC Porto, morreu hoje, aos 32 anos, em consequência de uma paragem cardiorrespiratória sofrida na segunda-feira, durante um treino.

"Nascido em Havana, Cuba, Alfredo Quintana era já um valor seguro do desporto português, na modalidade de andebol", refere Ferro Rodrigues na sua nota de pesar.

O presidente da Assembleia da República refere depois que Alfredo Quintana chegou a Portugal em 2010 "para integrar, como guarda-redes, o plantel do Futebol Clube do Porto, clube que ainda representava e pelo qual conquistou seis campeonatos, uma Taça de Portugal e três Supertaças".

"Após cumprir o processo de naturalização, Alfredo Quintana foi chamado à seleção nacional, tendo sido um dos grandes destaques no Europeu de 2020 e no Mundial de 2021, em que Portugal alcançou as suas duas melhores prestações de sempre: Respetivamente, a sexta e a décima posição. Afável, de sorriso fácil, o desaparecimento prematuro de Alfredo Quintana chocou o mundo desportivo e a comunidade em geral", afirma Ferro Rodrigues.

Na mesma mensagem, Ferro Rodrigues, em seu nome e em nome da Assembleia da República, manifesta "o mais sentido pesar à família e amigos de Alfredo Quintana, bem como ao Futebol Clube do Porto e à Federação de Andebol de Portugal".

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