O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou hoje a morte do guarda-redes internacional português do FC Porto Alfredo Quintana, considerando que o desporto fica mais pobre.

“O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa lamenta a morte do guarda-redes da seleção nacional de andebol Alfredo Quintana”, lê-se mensagem divulgada no sítio oficial da Presidência na Internet.

Marcelo Rebelo de Sousa recordou que Quintana "nasceu em Cuba, mas naturalizou-se português e granjeou um invulgar respeito e admiração entre os seus pares”.

“Representava o FC Porto e a seleção portuguesa. O andebol e o desporto português ficam mais pobres com esta partida precoce que a todos consterna. O Presidente da República apresenta à família enlutada, ao FC Porto e à Federação de Andebol de Portugal as mais sentidas condolências”, concluiu o Presidente da República.

Alfredo Quintana morreu hoje, aos 32 anos, após sofrer uma paragem cardiorrespiratória na segunda-feira, durante o treino dos ‘azuis e brancos’, ao serviço dos quais conquistou seis campeonatos, uma Taça e duas Supertaças.

O guarda-redes, que completava 33 anos em 20 de março, foi assistido de imediato, com apoio de uma viatura do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), tendo sido transportado para o Hospital de São João depois de estabilizado.

Nascido em Havana (Cuba), o guarda-redes, de 2,01 metros, ingressou no FC Porto em 2010, naturalizou-se português e tornou-se internacional em 2014, tornando-se numa referência da equipa das ‘quinas’, que representou em 67 jogos, tendo feito parte das seleções que conquistaram o sexto lugar no Europeu de 2020 e o 10.º no Mundial 2021, as melhores classificações lusas de sempre.

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