O presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP) assumiu-se hoje triste e preocupado com a Federação Portuguesa de Judo (FPJ), cuja direção liderada por Jorge Fernandes foi destituída devido a incompatibilidades.

Após a gala de Celebração Olímpica de 2022, em Lisboa, José Manuel Constantino foi questionado sobre o desfecho do inquérito realizado pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ), conhecido na passada terça-feira.

“Deixa-me triste, pelo facto de o resultado do inquérito, e que é do conhecimento público, mas também me deixa preocupado, porque estamos a um ano e meio dos Jogos Olímpicos”, advertiu o presidente do organismo olímpico.

O inquérito realizado pelo IPDJ determinou a perda de mandato da direção da FPJ por incumprimento do artigo 51.º do Regime Jurídico das Federações Desportivas (RJFD), no qual é elencada a perda de mandato de titulares de órgãos federativos, por inelegibilidade, incompatibilidade ou por terem intervenção em contrato no qual tenham interesse.

De acordo com o presidente do IPDJ, Vítor Pataco, em causa estava “a incompatibilidade de ser presidente e de exercer as funções de treinador e também por ter contratado um familiar para a FPJ”.

“O judo é uma modalidade muito forte no seio da missão olímpica e aquilo que eu espero e aquilo que eu desejo é que, rapidamente, seja encontrado um clima de tranquilidade que permita aos atletas e treinadores concentrarem-se no que é essencial, que é o apuramento para a participação olímpica”, concluiu José Manuel Constantino.

Jorge Fernandes cumpria o segundo mandato na liderança da FPJ, à qual chegou em 2017`.

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