Naquela que é habitualmente uma das categorias mais disputadas no judo mundial, os -81 kg, Albayrak, terceiro do mundo, surpreendeu na final o líder do ‘ranking’, o belga Matthias Casse, para conquistar, aos 28 anos, o primeiro Europeu da carreira.

Uma categoria em que Albayrak eliminou nas meias-finais Anri Egutidze, mas contou com a ‘ajuda’ indireta do português, que já tinha afastado o campeão olímpico, o Khasan Khalmurzaev (15.º), e o campeão mundial, o israelita Sagi Muki (2.º).

Em -70 kg, Sanne Van Dijke foi a ‘estrela’, com a judoca holandesa a reeditar na Altice Arena a final de 2020, novamente com a francesa Margaux Pinot, mas, desta vez, com a atleta dos Países Baixos a levar a melhor.

A categoria colocava em Lisboa as duas primeiras classificadas de -70 kg no ‘ranking’ mundial, Marie Eve Gahie (1.ª) e Pinot (2.ª) e quando a seleção francesa terá que optar apenas por uma para os Jogos Olímpicos, mas a líder mundial desiludiu.

Em Praga, no último ano, Gahie tinha ficado pelo ‘bronze’ e hoje perdeu terreno para a compatriota, ao ser afastada logo no seu primeiro combate, com a jovem croata Lara Cvjetko, que perderia na luta pela medalha de bronze com a portuguesa Bárbara Timo.

O dia voltou a consagrar um judoca kosovar e deixou o país na liderança do quadro de medalhas (dois ouros e um bronze), graças ao título de Akil Gjakova em -73 kg, categoria que, em Lisboa, não teve o azeri Rustam Orujov, vice-líder mundial.

Também sem a ‘estrela’ Clarisse Agbegnenou, destacada líder mundial de -63 kg e campeã europeia em Praga, e, por isso, sem precisar de pontos em Lisboa, a eslovena Tina Trstenjak, campeã olímpica, aproveitou para confirmar o estatuto de primeira cabeça de série e chegar ao terceiro título europeu da carreira.

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