A judoca portuguesa Bárbara Timo disse hoje que consegue tirar coisas positivas “dentro do caos”, depois de ser eliminada ao segundo combate nos Mundiais, competição em que se apresentava como vice-campeã.

“Há muito tempo não tinha um desempenho que gostasse dentro do tapete e sentir isso novamente foi libertador. Não foi o suficiente, mas vejo evolução e isso também é um combustível de motivação”, garantiu a judoca.

Em declarações publicadas na sua rede social Instagram, a judoca, nascida do Rio de Janeiro e que no início de 2019 começou a representar a seleção nacional, reconheceu que o ano “completamente anormal” para a maioria, não tem sido o previsto.

“Nada está acontecendo como tinha planeado, e isso assusta. Mas tenho aprendido muito e sinto que saio cada vez mais forte de cada desafio que me aparece, e hoje foi o que aconteceu”, disse ainda.

Concluída a participação nos Mundiais, em que terminou em nono lugar, depois de vencer a cazaque Moldir Narynova e perder com a irlandesa Megan Fletcher, que terminou em quinto, Bárbara Timo agradeceu a apoio a todos os que trabalham para que ela esteja ‘on fire’ [em fogo] novamente, em 28 de julho, dia em que compete nos Jogos Olímpicos de Tóquio2020.

Nos Mundiais, Portugal conta até ao momento com a medalha de bronze conquistada por Anri Egutidze (-81 kg) na quarta-feira, numa competição em que Joana Ramos foi quinta classificada em -52 kg.

Na sexta-feira, Jorge Fonseca defende o título mundial em -100 kg, enquanto Rochele Nunes (+78 kg) fechará no sábado a participação portuguesa nos Mundiais de judo em Budapeste.

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