Rochele Nunes faz hoje a despedida de Portugal dos Mundiais de judo em Budapeste, naquela que é já a segunda melhor participação, depois de novo título mundial de Jorge Fonseca e do bronze de Anri Egutidze.

Também Rochele Nunes é uma das candidatas na sua categoria, com a portuguesa, de origem brasileira e naturalizada desde o início de 2019, a figurar como sétima cabeça de série (11.ª do ‘ranking) na categoria de +78 kg.

Melhores resultados dos que os alcançados em Budapeste, apenas o registo em 2019, quando Jorge Fonseca foi também campeão mundial e Bárbara Timo conquistou a medalha de prata.

Num ano em que o grande objetivo são os Jogos Olímpicos Tóquio2020, a coincidirem excecionalmente no mesmo ano com os Mundiais, devido ao adiamento do evento do Japão, Rochele espera que seja um Mundial positivo.

“Sinto-me muito bem, muito confiante, confesso que estou muito cansada (…) tenho-me dedicado 100% aos treinos. Espero que o resultado seja positivo”, disse a judoca, ainda em Coimbra, no lançamento da competição em Budapeste.

Rochele Nunes tem tido um ano de bons resultados, nomeadamente com as medalhas de prata nos Grand Slam de Telavive e Tbilissi, e com a medalha de bronze nos Europeus de Lisboa, depois de também ter sido terceira classificada nos Europeus em Praga, em 2020.

Hoje, a judoca, isenta na primeira ronda, estreia-se no sétimo combate agendado para o tatami 3 e vai defrontar a vencedora do combate entre a japonesa Wakaba Tomita (46.ª) e a lituana Sandra Jablonskyte (30.ª).

A competição na Arena Laszlo Pap entrará no sétimo dia, a despedida das categorias individuais, com domingo a estar destinado apenas às equipas mistas, variante em que Portugal não compete e que nos Jogos Olímpicos fará a estreia.

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