LeBron James foi domingo galardoado pela quarta vez, no terceiro emblema diferente, como o ‘Jogador Mais Valioso’ (MVP) da final da Liga norte-americana de basquetebol (NBA), isolando-se no segundo lugar do ‘ranking’, apenas atrás de Michael Jordan.

James contribuiu com médias de 29,8 pontos, 11,9 ressaltos e 8,5 assistências para o triunfo por 4-2 dos Los Angeles Lakers sobre os Miami Heat, repetindo o conseguira precisamente pela equipa da Florida (2012 e 2013) e os Cleveland Cavaliers (2016).

Na hierarquia de títulos de MVP das ‘finals’, que só começaram a ser atribuídos a partir de 1969, o ‘23’ dos Lakers deixou para trás Magic Johnson (1980, 1982, 1987), Shaquille O'Neal (2000, 2001, 2002) e Tim Duncan (1999, 2003, 2005).

À sua frente, está agora apenas Michael Jordan, que venceu o prémio por seis vezes, no mesmo número de presenças na final, sempre pelos Chicago Bulls, que ajudou, e de que maneira, a vencer as finais de 1991, 1992, 1993, 1996, 1997 e 1998.

Com 35 anos, o jogador dos Lakers ainda pode sonhar em igualar o registo de Jordan, mas existe uma grande diferença entre ambos, pois se o ex-jogador dos Bulls logrou o pleno em finais (seis em seis), LeBron somou quatro títulos de MVP em 10 presenças.

Os títulos individuais do atual basquetebolista dos Los Angeles Lakers, que acabou de cumprir a sua 17.ª temporada na NBA, correspondem aos coletivos, pois perdeu as restantes seis finais disputadas.

Na primeira passagem pelos ‘Cavs’, perdeu com os San Antonio Spurs (0-4 em 2007), e, com os Miami Heat, perdeu com os Dallas Mavericks (2-4 em 2011), bateu os Oklahoma City Thunder (4-1 em 2012) e os Spurs (4-3 em 2013) e perdeu com os Spurs (1-4 em 2014).

De regresso a Cleveland, jogou mais quatro finais, todas com os Golden State Warriors: ganhou em 2016, por 4-3, depois de estar a perder por 3-1, mas perdeu as restantes, por 2-4 em 2015, 1-4 em 2017 e 0-4 em 2018.

Agora, na segunda época em Los Angeles, e após falhar os ‘play-offs’ na primeira, logrou o título para os Lakers, um cetro especial, por igualar os 17 dos Boston Celtics e, sobretudo, por ter acontecido no ano da trágica morte de Kobe Bryant, que perdeu a vida, com a filha Gianna, num acidente de helicóptero.

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