Scottie Pippen escreveu uma autobiografia, ainda não tenha sido publicada, que fala da carreira da NBA e de Michael Jordan, colega de equipa nos Chicago Bulls. No entanto a edição americana da GQ divulgou alguns trechos do livro com muitas críticas ao documentário da Netflix 'The Last Dance', lançado em 2020ç

"Comecei a ver o documentário e e não podia acreditar no que estava a ver. Em todos os episódios, o Michael Jordan foi glorificado, enquanto a mim e aos meus companheiros de equipa não foi dado o devido crédito. O Michael teve controlo total do produto final do documentário, nem poderia ser de outra forma. Até no segundo episódio, que fala do meu caminho até chegar à NBA, a narrativa centra-se no Michael Jordan e na sua determinação para vencer", lê-se na publicação. reproduzida pelo jornal O Jogo.

"Todos os episódios são a mesma coisa. O Michael num pedestal, os colegas num papel secundário. A mensagem não é diferente daquilo que acontecia quando jogávamos. Agora estou aqui com mais de 50 anos a ver isto e a ser diminuído mais uma vez. Passar por isso uma vez foi insultuoso o suficiente. Eu não era mais do que um adereço. O Michael Jordan chamou-me 'o melhor companheiro de equipa de sempre"... não podia ter sido mais condescendente", acrescentou Scottie Pippen.

Segundo Pippen, Michael Jordan recebeu dez milhões de dólares pelo documentário, ao contrário de todos os outros jogadores que aparecem na série, que não foram compensados financeiramente.

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