O britânico Chris Froome (Sky), líder da Volta a França em bicicleta, admitiu hoje estar “encantado” com a forma com a prova tem decorrido, reconhecendo estar mais preparado para enfrentar ataques do que para atacar.

“Teria de ter boas razões para atacar, mas com três minutos de vantagem sobre Nairo Quintana (Movistar), creio que isso não é uma obrigação. É preciso saber guardar forças para responder a todos os imprevistos”, afirmou o corredor da Sky, em conferência de imprensa.

Froome, que segue com 1.47 minutos de vantagem sobre Bauke Mollema (Trek-Segafredo), 2.45 em relação Adam Yates (Orica-BikeExchange), e a 2.59 de Quintana, admitiu que não esperava estar tão bem após duas semanas de prova.

“Pensava que me atacariam mais, apesar de terem atacado mais do que parece não o fizeram ao nível que eu esperava. Pode ser que alguns estejam a guardar forças para o final”, afirmou.

No segundo dia de descanso da prova, que começou a 02 e termina no domingo, Froome admitiu que teme mais “um incidente mecânico ou uma queda” do que os adversários.

“Quem decidirá a prova são os meus rivais, são eles que têm de atacar, não eu”, disse o britânico, vencedor do Tour em 2013 e 2015.

A prova volta à estrada na quarta-feira com os 184 quilómetros da 17.ª etapa, entre Berna e a contagem de montanha de categoria especial em Finhaut-Emosson.

Será a primeira de quatro etapas de alta montanha, entre as quais uma cronoescalada, na quinta-feira, decisivas antes da etapa de consagração de domingo.

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