A Bahrain-McLaren anunciou hoje que vai reduzir os salários de todos os membros da equipa de ciclismo em cerca de 70% nos próximos meses, devido à suspensão das competições, motivada pela pandemia de covid-19.

“Eu e outros diretores da equipa renunciámos aos nossos salários por três meses (março, abril e maio) e vamos cortar uma percentagem dos salários dos corredores e dos funcionários pelo mesmo período”, afirmou o diretor-geral, o inglês Rod Ellingworth.

A Bahrain-McLaren tem nas suas fileiras ciclistas como o britânico Mark Cavendish, o holandês Wout Poels e o espanhol Mikel Landa.

Na semana passada, a Loto Soundal e a Astana também efetuaram cortes nos salários, de 10% e 30%, respetivamente.

Em 18 de março, a União Ciclista Internacional suspendeu inicialmente todas as provas até ao final de abril, mas na quarta-feira prolongou essa situação até 01 de junho.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da COVID-19, já infetou mais de 940 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 47 mil. Dos casos de infeção, cerca de 180.000 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia, e o continente europeu é neste momento o mais atingido, acima de 508 mil infetados e 34.500 mortos.

Em Portugal, que está em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril, registaram-se 187 mortes e 8.251 casos de infeções confirmadas, segundo o balanço feito na quarta-feira pela Direção-Geral da Saúde.

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